A granelização do leite começou em 2002, ano em que a cooperativa adquiriu um laticínio da empresa Parmalat. Desde então o local sofreu uma série de modificações para se enquadrar as normas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). No inicio todo leite captado passava apenas por um processo de resfriamento e em seguida era fornecido á Danone.
Algum tempo depois a COOPERCAM passou a industrializar vários tipos de queijo e novos lançamentos estão em fase de aprovação pelo MAPA, para que sua produção e comercialização sejam iniciadas assim que for obtido o selo de Inspeção Federal (SIF).
Atualmente uma quantia de cerca de 30% do leite recebido é industrializado, os restante é repassado á Danone.
O motor dessas boas novidades é justamente a granelização, que representou uma evolução e tanto nas rotinas de manipulação do leite. A granelização é uma mudança da forma tradicional de transporte e recebimento do leite. Antes o produto era armazenado em latões muitas vezes impróprios. Agora o leite é transportado em caminhões com tanques isotérmicos e a captação é feita na propriedade rural, diretamente nos tanques de expansão. Este é mais um procedimento exigido pelo MAPA, por meio da Normativa 51, que regulamenta que o leite deve manter determinados níveis mínimos de qualidade.

Vantagens evidentes


Em suma, a granelização é a garantia de que o leite comercializado pelos cooperados da COOPERCAM tem boa procedência e qualidade. O esquema para assegurar isso é basicamente o seguinte: amostras de leite são coletadas uma vez por mês de cada produtor, em datas aleatórias. O material então passa por uma análise completa em um laboratório credenciado pelo MAPA. No caso da COOPERCAM, o leite é examinado pela Esalq, de Piracicaba. Se comprovada, a qualidade do leite é fator decisivo na remuneração do produtor.
Por enquanto a granelização vem sendo implantada gradualmente, em função da resistência de alguns produtores em fazer os investimentos necessários ao processo. A falta de uma política definida e segura quanto aos preços pagos ao produtor também é fator que dificulta.
Mesmo assim a COOPERCAM vem recebendo uma adesão considerável por parte dos produtores. Eles têm se mostrado dispostos a adquirir os tanques de resfriamento, pois já perceberam que a granelização de fato confere maior qualidade ao leite e representa facilidades no seu transporte, o que em última instância proporciona aumentos no preço do produto.

Estação de Tratamento de Efluentes


Esta é mais uma exigência do Ministério da Agricultura que a COOPERCAM cumpriu. Todos os resíduos provenientes da recepção do leite e fabricação de queijos são canalizados para um tanque de recepção. Logo após, são bombeados para o funil (foto), onde recebem a adição de produtos químicos que durante certo tempo são misturados. O liquido depois de analisado quimicamente e aprovado, é liberado para os reservatórios e bombeado novamente para reutilização na limpeza do laticínio ou descartado. Os resíduos decantados resultantes do processo são secados e utilizados como adubo orgânico. Todo soro proveniente do processo de fabricação é coletado / armazenado e doado aos cooperados para utilização como trato na suinocultura.


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